EXISTEM PESSOAS QUE QUEREM A VOLTA DA INQUISIÇÃO?

EXISTEM PESSOAS QUE QUEREM A VOLTA DA INQUISIÇÃO?

Qual é o caminho para Deus? Qual é a religião correta? Qual é o melhor caminho para minha espiritualidade? Quantos Deuses existem?

Nenhuma destas perguntas foram respondidas. Claro, elas só podem ser respondidas por cada um de nós. Cada indivíduo sabe qual é o caminho MAIS ADEQUADO para sua espiritualidade.

Na Idade Média, a Igreja Católica que se dizia Universal, afirmava que tudo e todos que não praticavam seus rituais ou verdades absolutas eram da bruxaria, e queimaram vivos inúmeros pagãos que praticavam, legitimamente, sua religião, uma das mais antigas do planeta Terra.

Todas as religiões que cultuam a vida são fundamentais, legítimas, necessárias. Eventualmente podem até alienar as pessoas em relação a realidade, mas isso só pode alterado pelos membros de cada uma de suas religiões, a prática inadequada de suas respectivas religiões é de responsabilidade de cada membro.

Não cabe ao Estado dizer qual a religião é mais ou menos adequada, mais ou menos correta, qual é a religião certa ou errada.

Se há membros de uma religião que pretendem discriminar outras religiões e assim trazer de volta os tempos da velha e absurda INQUISIÇÃO, deve ser barrada. Estamos no tempo da Internet, da liberdade de expressão, da liberdade de culto, de liberdade sobre os gêneros, de liberdade de opção sexual.

Se pessoas desejam restringir qualquer religião devem ser barrados, porque não queremos o retrocesso, a volta do fascismo, do nazismo, das ditaduras laicas ou religiosas.

O Ubandismo, Afro-Ubandiasmo, o Paganismo e qualquer outra religião que defende a vida NÃO deve ser privada de sua prática. Recriminar, restringir ou reprimir qualquer prática religiosa desta natureza é prática de retrocesso, ditatorial e crime contra a constituição brasileira.

Atenção pessoas que cultuam qualquer religião, não considerem práticas autoritárias e criminosas como essas.

Fico triste ao ver artistas brasileiros, meus colegas, tão mal informados.

Assim escreveu Jorge Furtado: “Fico triste ao ver artistas brasileiros, meus colegas, tão mal informados” após declarações de Wagner Moura, Jorge Furtado publicou um artigo em seu blog, fazendo críticas aos artistas ao país! Transcrevo aqui o texto dele para mostrar que a pergunta correta é: O Brasil tá pior pra Quem?

“Imagino que, com suas agendas cheias, não tenham muito tempo para procurar diferentes fontes para a mesma informação, tempo para ouvir e ler outras versões dos acontecimentos, isso antes de falar sobre eles em entrevistas, amplificando equívocos com leituras rasas e impressionistas das manchetes de telejornais e revistas ou, pior, reproduzindo comentários de colunistas que escrevem suas manchetes em caixa alta, seguidas de ponto de exclamação.

 Fico triste ao ler artistas dizendo que não dá mais para viver no Brasil, como se as coisas estivessem piorando, e muito, para a maioria. Dizer que não dá mais para viver no Brasil logo agora, agora que milhões de pessoas conquistaram alguns direitos mínimos, emprego, casa própria, luz elétrica, acesso às universidades e até, muitas vezes, a um prato de comida, não fica bem na boca de um artista, menos ainda de um artista popular, artista que este mesmo povo ama e admira. Em que as coisas estão piorando? E piorando para quem? Quem disse? Qual a fonte da sua informação?

Fico triste ao ouvir artistas que parecem sentir orgulho em dizer que odeiam política, que julgam as mudanças que aconteceram no Brasil nos últimos 12 anos insignificantes, ou ainda, ruins, acham que o país mudou sim, mas foi para pior. Artistas dizendo que pioramos tanto que não há mais jeito da coisa “voltar ao ‘normal ‘”, como se normal talvez fosse ter os pobres desempregados ou abrindo portas pelo salário mínimo de 60 dólares, pobres longe dos aeroportos, das lojas de automóvel e das universidades, se “normal” fosse a casa grande e a senzala, ou a ditadura militar. Quando o Brasil foi normal? Quando o Brasil foi melhor? E melhor para quem?

A mim, não enrolam. Desde que eu nasci (1959) o Brasil não foi melhor do que é que hoje. Há quem fale muito bem dos anos 50, antes da inflação explodir com a construção de Brasília, antes que o golpe civil-militar, adiado em 1954 pelo revólver de Getúlio, se desse em 1964 e nos mergulhasse na mais longa ditadura militar das américas. Pode ser, mas nos anos 50 a população era muito menor, muito mais rural e a pobreza era extrema em muitos lugares. Vivia-se bem na zona sul carioca e nos jardins paulistas, gaúchos e mineiros. No sertão, nas favelas, nos cortiços, vivia-se muito mal.

A desigualdade social brasileira continua um escândalo, a violência é um terror diário, 50 mil mortos a tiros por ano, somos campeões mundiais de assassinatos, sendo a maioria de meninos negros das periferias, nossos hospitais e escolas públicos são para lá de carentes, o Brasil nos dá motivos diários de vergonha e tristeza, quem não sabe? Mas, estamos piorando? Tem certeza? Quem lhe disse? Qual sua fonte? E piorando para quem?” Por Jorge Furtado –  Fonte: ZH Clicrbs.com.br

Começando… Vamos discutir Cultura Política Aqui!

Estamos começando uma discussão importante, necessária, sem fim. Mudar nossa cultura, nossa prática política é essencial, sem alteração do nosso cotidiano estaremos refém da incoerência, da falta de moral para criticar, da lógica de quem critica, mas não tem ética!

Geraldo Zaniratti – Memórias Projetadas na Tela de um Livro

Geraldo Zaniratti – Memórias Projetadas na Tela de um Livro

Autor: Zaniratti, José Augusto
Editora: TOMO EDITORIAL

Geraldo Zaniratti - Memórias Projetadas na Tela de um Livro Autor: Zaniratti, José Augusto Editora: TOMO EDITORIAL
Geraldo Zaniratti – Memórias Projetadas na Tela de um Livro
Autor: Zaniratti, José Augusto
Editora: TOMO EDITORIAL
Geraldo Zaniratti - Memórias Projetadas na Tela de um Livro Autor: Zaniratti, José Augusto Editora: TOMO EDITORIAL
Livro apresentado por Antônio Hohlfeldt. Antônio Carlos Hohlfeldt, amigo de Geraldo Zaniratti,  é um jornalista, escritor, professor universitário e político brasileiro filiado ao PMDB. Foi vereador na capital gaúcha por quase vinte anos e vice-governador do Rio Grande do Sul durante o mandato de Germano Rigotto.

Sinopse

Registro das memórias de Geraldo Zaniratti, um gaúcho que, locando filmes de 16 mm ajudou a divulgar o cinema desde os anos 1950. Na sua trajetória de envolvimento crescente com o cinema local chegou a produzir e atuar em filmes do Teixeirinha. São histórias imprevisíveis, narradas para seu filho José Augusto, vividas por Geraldo Zaniratti, no contexto que ele próprio às vezes resgatava.
Especificações técnicas
ISBN: 8586225126
ISBN-13: 9788586225123
Livro em português
Número de Páginas: 160
Edição: 1ª
Ano de Publicação: 2000
Encadernação: BROCHURA

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