Bad experience

Having become disappointed about the dating services that I used before, this one was my last hope. I never thought that I was a loser when I became a victim of scammers for the first time. This disaster met me even on a second source that I used as an alternative in 2 years after I had entered it. I was desperate until my friend advised me this legitimate website site. This one is much better than my previous ones, but now I am sure about the content. What is more, I am getting married in a month. I am to stop chatting on the site that is why I have written my entire life story. Enjoy and be confident about this source.

Fico triste ao ver artistas brasileiros, meus colegas, tão mal informados.

Assim escreveu Jorge Furtado: “Fico triste ao ver artistas brasileiros, meus colegas, tão mal informados” após declarações de Wagner Moura, Jorge Furtado publicou um artigo em seu blog, fazendo críticas aos artistas ao país! Transcrevo aqui o texto dele para mostrar que a pergunta correta é: O Brasil tá pior pra Quem?

“Imagino que, com suas agendas cheias, não tenham muito tempo para procurar diferentes fontes para a mesma informação, tempo para ouvir e ler outras versões dos acontecimentos, isso antes de falar sobre eles em entrevistas, amplificando equívocos com leituras rasas e impressionistas das manchetes de telejornais e revistas ou, pior, reproduzindo comentários de colunistas que escrevem suas manchetes em caixa alta, seguidas de ponto de exclamação.

 Fico triste ao ler artistas dizendo que não dá mais para viver no Brasil, como se as coisas estivessem piorando, e muito, para a maioria. Dizer que não dá mais para viver no Brasil logo agora, agora que milhões de pessoas conquistaram alguns direitos mínimos, emprego, casa própria, luz elétrica, acesso às universidades e até, muitas vezes, a um prato de comida, não fica bem na boca de um artista, menos ainda de um artista popular, artista que este mesmo povo ama e admira. Em que as coisas estão piorando? E piorando para quem? Quem disse? Qual a fonte da sua informação?

Fico triste ao ouvir artistas que parecem sentir orgulho em dizer que odeiam política, que julgam as mudanças que aconteceram no Brasil nos últimos 12 anos insignificantes, ou ainda, ruins, acham que o país mudou sim, mas foi para pior. Artistas dizendo que pioramos tanto que não há mais jeito da coisa “voltar ao ‘normal ‘”, como se normal talvez fosse ter os pobres desempregados ou abrindo portas pelo salário mínimo de 60 dólares, pobres longe dos aeroportos, das lojas de automóvel e das universidades, se “normal” fosse a casa grande e a senzala, ou a ditadura militar. Quando o Brasil foi normal? Quando o Brasil foi melhor? E melhor para quem?

A mim, não enrolam. Desde que eu nasci (1959) o Brasil não foi melhor do que é que hoje. Há quem fale muito bem dos anos 50, antes da inflação explodir com a construção de Brasília, antes que o golpe civil-militar, adiado em 1954 pelo revólver de Getúlio, se desse em 1964 e nos mergulhasse na mais longa ditadura militar das américas. Pode ser, mas nos anos 50 a população era muito menor, muito mais rural e a pobreza era extrema em muitos lugares. Vivia-se bem na zona sul carioca e nos jardins paulistas, gaúchos e mineiros. No sertão, nas favelas, nos cortiços, vivia-se muito mal.

A desigualdade social brasileira continua um escândalo, a violência é um terror diário, 50 mil mortos a tiros por ano, somos campeões mundiais de assassinatos, sendo a maioria de meninos negros das periferias, nossos hospitais e escolas públicos são para lá de carentes, o Brasil nos dá motivos diários de vergonha e tristeza, quem não sabe? Mas, estamos piorando? Tem certeza? Quem lhe disse? Qual sua fonte? E piorando para quem?” Por Jorge Furtado –  Fonte: ZH Clicrbs.com.br

Give each other freedom

If you want to have a healthy and long-lasting relationship, you should give each other the freedom of action. Don’t try to change or fix your partner, but accept them for who they are with all their quirks and merits. Let the one you love be truly themselves. Also, give them room for development, encourage their passions, and don’t prevent them from having their time for themselves. Being yourself and feeling that your partner accepts you unconditionally is of paramount importance in a relationship. Check out other relationship facts at planetf1.

Começando… Vamos discutir Cultura Política Aqui!

Estamos começando uma discussão importante, necessária, sem fim. Mudar nossa cultura, nossa prática política é essencial, sem alteração do nosso cotidiano estaremos refém da incoerência, da falta de moral para criticar, da lógica de quem critica, mas não tem ética!

Geraldo Zaniratti – Memórias Projetadas na Tela de um Livro

Geraldo Zaniratti – Memórias Projetadas na Tela de um Livro

Autor: Zaniratti, José Augusto
Editora: TOMO EDITORIAL

Geraldo Zaniratti - Memórias Projetadas na Tela de um Livro Autor: Zaniratti, José Augusto Editora: TOMO EDITORIAL
Geraldo Zaniratti – Memórias Projetadas na Tela de um Livro
Autor: Zaniratti, José Augusto
Editora: TOMO EDITORIAL
Geraldo Zaniratti - Memórias Projetadas na Tela de um Livro Autor: Zaniratti, José Augusto Editora: TOMO EDITORIAL
Livro apresentado por Antônio Hohlfeldt. Antônio Carlos Hohlfeldt, amigo de Geraldo Zaniratti,  é um jornalista, escritor, professor universitário e político brasileiro filiado ao PMDB. Foi vereador na capital gaúcha por quase vinte anos e vice-governador do Rio Grande do Sul durante o mandato de Germano Rigotto.

Sinopse

Registro das memórias de Geraldo Zaniratti, um gaúcho que, locando filmes de 16 mm ajudou a divulgar o cinema desde os anos 1950. Na sua trajetória de envolvimento crescente com o cinema local chegou a produzir e atuar em filmes do Teixeirinha. São histórias imprevisíveis, narradas para seu filho José Augusto, vividas por Geraldo Zaniratti, no contexto que ele próprio às vezes resgatava.
Especificações técnicas
ISBN: 8586225126
ISBN-13: 9788586225123
Livro em português
Número de Páginas: 160
Edição: 1ª
Ano de Publicação: 2000
Encadernação: BROCHURA

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